25 de nov de 2010

5 anos e 3 meses

Você oferece tomate e... o alimento vai para escanteio no prato do seu filho! Diante da vagem, ele também fecha a boca. Não dá chance para a alface, a cenoura e ainda implica com a amarga cebola.

Que sufoco, não é? Convencer os pequenos a comer verduras, legumes e frutas às vezes parece uma missão impossível, principalmente nessa idade, em que a criança defende com muito afinco seus gostos e suas vontades..

Mas não desista. Com uma boa estratégia, você vence a batalha. Selecionamos, com a ajuda de uma nutricionista, várias táticas para você convencer seu filho a adotar bons hábitos alimentares. O primeiro passo rumo à vitória contra as caretas à mesa é levá-lo para a feira. É ali mesmo, em contado com os diferentes alimentos, que a criança vai começar a entender por que legumes, verduras e frutas são importantes na sua alimentação.

Para adorar frutas, verduras e legumes
Por Lúcia Helena de Oliveira

A gente sabe: é difícil. Que charme tem um chuchu perto de um picolé? O que dá mais água na boca: uma folha de alface ou um brigadeiro? Sejamos honestos! Mas geralmente é na idade de seu filho que começam as batalhas. Você na defesa dos vegetais à mesa e ele, já cheio de vontade própria, não os engole. O que fazer? Pois bem, aqui vão oito dicas para acabar com o sabor de chatice desses alimentos:

1. A feira, ou até mesmo a quitanda da esquina, pode ser um programaço. Mostre ao seu pequeno que há um mundo de cores muito além daquela mesa de balas presente nas festas infantis. Deixe que toquem, que peguem, que peçam para você comprar isso ou aquilo. E, claro, peça ajuda por exemplo, para escolher os tomates mais bonitos.

2. Capriche no colorido e nas formas. Invista na mistura de vegetais de cores diversas e use, se possível, forminhas especiais para cortar legumes. Na idade pré-escolar, a criança se sente atraída por apresentações curiosas dos alimentos. Decore o prato de um jeito bem divertido. Faça uma carinha no sanduíche. Use a criatividade: pedaços de tomate podem transformar almôndegas em "joaninhas".

3. "Dar nomes divertidos aos pratos ajuda a chamar a atenção e a abrir o apetite", ensina a nutricionista Julliana Bonato, de São Paulo, especializada em ensinar bons hábitos alimentarares à criançada. "Você pode anunciar que servirá borboletas enlouquecidas nas florespara colocar no prato um macarrão gravatinha com brócolis", dá a dica.

4. O lanche também é uma oportunidade para comer verduras e legumes. Ora, muitas vezes a gente só pensa nesses vegetais para o cardápio do almoço e o do jantar momentos, por natureza, mais formais, já que a criança deve ficar sentada à mesa por mais tempo, o que nessa idade nem sempre é simples. Que tal oferecer um minicachorro-quente que, em vez de batata palha, tenha cenoura crua ralada? Ou um hambúrguer pequeno com folhas de alface?

5. Nunca, jamais, em tempo algum, camufle os vegetais. É preciso fantasiar, sim, mas sempre jogando limpo à mesa. A velha sopa batida de legumes, por exemplo, pode fazer a criança comer tudinho e deixar sua consciência de adulto mais leve, no entanto ela, coitada, só experimentou o gosto da mistureba gostosa, feita em casa, mas mistureba, sim, senhora. "Para criar um paladar que aprecia vegetais, você precisa apresentar ao pequeno a diversidade de sabores", justifica Julliana Bonato. E por falar nisso...

6. Respeite os gostos da sua criança. Ok, se ela provou uma verdura e não gostou, prepare-a numa próxima refeição de maneira diferente em vez de desistir de primeira. "Se, mesmo assim, depois de testar receitas diferentes, a criança continuar dizendo que não gosta, aí respeite", diz Julliana Bonato. Seu filho tem o direito de adorar abóbora, mas detestar abobrinha. Ele está construindo uma identidade em matéria de paladar e isso é ótimo.

7. Não fale "meu filho não come verdura nem legume" na frente dele. Aos 5 anos, ele não é bobo nem nada. Ao perceber que os pais, de certa maneira, entregaram os pontos, aí mesmo é que poderá recusar com veemência as hortaliças.

8. Dê sempre o bom exemplo. Ah, você achou que a gente não iria repetir essa velha e boa frase, não é mesmo? Impossível. Que estímulo seu filho terá para experimentar um chuchu refogadinho se vive escutando em casa que piadinhas como aquela de que ele é o quarto estado da água?
Fonte: bebe.abril.com.br
Gente, tá assim mesmo aqui em casa: Yuri só come besteira. Miojo, salsicha, ovo (frito, cozido necas). A coisa mais saudável que ele ainda come é uma carne moida que eu faço com batatas (mas sem a batata) e quanto eu faço cozido, ele toma só o caldo com o arroz. Às vezes, eu me desespero. Mas vamos tentar essas dicas né? DEpois conto se funciona mesmo. :D

24 de nov de 2010

For you!

Por que hoje só quero deixar um grande abraço!! :D

16 de nov de 2010

Sobre os feriados

Feriado é bom, mas é ruim! Bom pra quem pode ficar em casa, de pernas pro ar, sem fazer bulhufas, ou viajar, curtir, passear. Mas para uma dona de casa, mãe de família, como eu, feriado é sinônimo de trabalho dobrado. Lavar roupa, limpar casa, cuidar de menino, ufa!! Eu sempre lavo roupa no sábado. Uma semana sim, outra não, eu dou aquela geral na casa, no sábado tbm, justamente pra no domingo ficar tranquila. Acontece que serviço de casa não acaba. Tem sempre uma loucinha suja na pia pra lavar, tem sempre uma sujeira no chão que o Yuri fez... afe, afe, afe. Mas ontem, eu fiz o mínimo possível, só dobrei a roupa, fiz o almoço, lavei a louça, dormi a tarde toda mais o lindo, lindo e de tardezinha levei ele pra andar de bicicleta no canal. O pai tava trabalhando. Tomamos um sorvete, ele comeu pizza com refrigerante e voltamos pra casa. Ele, suado de tanto brincar e eu, suada de tanto correr atrás dele pra ele não correr com a bicicleta na minha frente. Yuri não tem noção de perigo e queria até descer uma super ladeira com a sua bicicletinha ( que nem freio tem mais, por sinal). UFAA! Que canseira. Hehehe!

8 de nov de 2010

A oração

Ensinei o Pai Nosso ao Yuri assim que ele aprendeu a falar. Ás vezes, na correria do dia a dia, eu o ponho pra dormir e esqueço de orar com ele. É aí que ele me surpreende dizendo: mamãe, vamos orar o "pão nosso"? rsrs. Ele cruza as mãozinhas, fecha os olhos e começa a orar a oração mais linda dessa vida. Meu coração fica transbordante de ver ele já tão pequeno orando tão lindamente. E como em todas as noites, nos abraçamos bem forte e ele vai dormir. É nessas horas que vejo que todo meu esforço de ensinar a ele coisas boas vale a pena. Vejo muitas famílias, cujos filhos crescem sem sequer ouvir falar sobre Deus. Pais que se dizem cristãos e não ensinam sequer o Pai Nosso a seus filhos. Que não ensinam a seus pequenos valores cristãos que dizem ser tão importantes. Acredito que por isso nossa sociedade esteja tão degradada. As crianças de hoje estão crescendo livres, leves e soltas, sem temor a Deus e a seus mandamentos. Mas eu quero ensinar a meu filho que ele depende de Deus e que tudo o que ele fizer nessa terra, seja bom ou mal, vai prestar contas com o nosso criador. É nisso que eu acredito. Acredito na lei da semeadura: O que vc planta, vc colhe. Quero plantar coisas boas no coração do meu filho, e entre essas coisas, está ensiná-lo a amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo.

"Ensina à criança no caminho em que deve andar, e, ainda quando for velho, não se desviará dele". Pv. 22:6

Uma semana abençoada pra todos!

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