8 de fev. de 2010
Chegou o dia!!
5 de fev. de 2010
Uma nova fase..
1 de fev. de 2010
The Supermãe

25 de jan. de 2010
É um encanto ver seu filho dar os primeiros passos no mundo virtual, não? Mas não deixe de colocar algumas rédeas nesse navegante. O computador, você sabe, não passa de um meio para os pequenos desenvolverem novas habilidades. Mas o excesso acaba isolando a criança de outras atividades, sem falar no risco de acessar conteúdos impróprios para sua faixa etária.
Portanto, nada de deixar o internauta mirim passar horas diante do monitor. Se você não sabe como agir, lembre-se de que a regra é a mesma adotada para o videogame e a televisão. "Como em tudo na vida, vale o bom senso dos pais", recomenda Léa Chuster Albertoni, psicopedagoga e terapeuta familiar da Unifersidade Federal de São Paulo. Segundo a especialista, é importante estabelecer um equilíbrio, impondo limites e normas quanto ao uso da máquina. "É preciso também determinar o tempo e para que finalidade o computador é utilizado", adverte.
Alguns sites da internet, por exemplo, estão repletos de atividades infantis, com jogos e materiais para colorir ou desenhar. Mas, enquanto a criança estiver online, é essencial usar filtros para impedi-la de acessar qualquer página.
Para uma internet segura
Onde navegar• O computador deve ficar num local da casa onde todos possam supervisionar a atividade da criança.
• Instale ferramentas e filtros para barrar sites com conteúdos impróprios.
• Mostre e visite com a criança as páginas desenvolvidas para o público infantil, mostrando as ferramentas próprias para sua idade.
• Desde cedo, ensine regras de segurança (não passar seu nome e endereço para sites que solicitam qualquer tipo de informação pessoal, por exemplo).
Praticadas no computador, essas atividades tendem a apurar a percepção visual e a orientação espacial. O uso do mouse e a observação da tela também estimulam a coordenação combinada dos olhos e das mãos.• Sites que oferecem livrinhos de histórias com imagens grandes e pouco texto.
• Páginas que permitem desenhar e pintar na tela do computador ou que oferecem desenhos para imprimir e colorir depois.
• Vídeos educativos ou animações desenvolvidas para crianças.
• Jogos de encaixe, labirinto, quebra-cabeças de peças grandes e liga-pontos.
21 de jan. de 2010
Lista de material escolar...
19 de jan. de 2010
Mamãe, vc é um sorvete?
13 de jan. de 2010
O gelógio!
11 de jan. de 2010
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
É que as crianças crescem. Independentes de nós, como árvores, tagarelas e pássaros estabanados, elas crescem sem pedir licença. Crescem como a inflação, independente do governo e da vontade popular. Entre os estupros dos preços, os disparos dos discursos e o assalto das estações, elas crescem com uma estridência alegre e, às vezes, com alardeada arrogância.
Mas não crescem todos os dias, de igual maneira; crescem, de repente.
Um dia se assentam perto de você no terraço e dizem uma frase de tal maturidade que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
Onde e como andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu? Cadê aquele cheirinho de leite sobre a pele? Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços, amiguinhos e o primeiro uniforme do maternal?
Ela está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça. Ali estão muitos pais, ao volante, esperando que saiam esfuziantes sobre patins, cabelos soltos sobre as ancas. Essas são as nossas filhas, em pleno cio, lindas potrancas.
Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão elas, com o uniforme de sua geração: incômodas mochilas da moda nos ombros ou, então com a suéter amarrada na cintura. Está quente, a gente diz que vão estragar a suéter, mas não tem jeito, é o emblema da geração.
Pois ali estamos, depois do primeiro e do segundo casamento, com essa barba de jovem executivo ou intelectual em ascensão, as mães, às vezes, já com a primeira plástica e o casamento recomposto. Essas são as filhas que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias e da ditadura das horas. E elas crescem meio amestradas, vendo como redigimos nossas teses e nos doutoramos nos nossos erros.
Há um período em que os pais vão ficando órfãos dos próprios filhos.
Longe já vai o momento em que o primeiro mênstruo foi recebido como um impacto de rosas vermelhas. Não mais as colheremos nas portas das discotecas e festas, quando surgiam entre gírias e canções. Passou o tempo do balé, da cultura francesa e inglesa. Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Só nos resta dizer “bonne route, bonne route”, como naquela canção francesa narrando a emoção do pai quando a filha oferece o primeiro jantar no apartamento dela.
Deveríamos ter ido mais vezes à cama delas ao anoitecer para ouvir sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de colagens, posteres e agendas coloridas de pilô. Não, não as levamos suficientemente ao maldito “drive-in”, ao Tablado para ver “Pluft”, não lhes demos suficientes hambúrgueres e cocas, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas merecidas.
Elas cresceram sem que esgotássemos nelas todo o nosso afeto.
No princípio subiam a serra ou iam à casa de praia entre embrulhos, comidas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhas. Sim, havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de sorvetes e sanduíches infantis. Depois chegou a idade em que subir para a casa de campo com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma aqui na praia e os primeiros namorados. Esse exílio dos pais, esse divórcio dos filhos, vai durar sete anos bíblicos. Agora é hora de os pais na montanha terem a solidão que queriam, mas, de repente, exalarem contagiosa saudade daquelas pestes.
O jeito é esperar. Qualquer hora podem nos dar netos. O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco. Por isso, os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável afeição. Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
Por isso, é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que elas cresçam.
4 de jan. de 2010
Mãe é mãe



